//metrópole substantivo feminino. Cidade que exerce influência sobre as demais. Ponto de convergência; foco, centro.

// 1:1 (um pra um) é a escala natural de acordo com a realidade das coisas. É a visão do observador, do pedestre, não como a visão do pássaro, distante. É apenas nessa escala que se percebe as dinâmicas da rua e se conhece os usuários reais.






O Metrópole 1:1 nasceu de um encontro de três colegas-de-trabalho-urbanistas-recém-formados-que-depois-se-tornaram-amigos, que tinham muito mais em comum do que apenas o trabalho. O interesse em planejar a cidade, muito além dos mapas das aulas de urbanismo da faculdade, convergiu em uma nova forma de olhar os espaços: a escala 1:1, uma forma mais humanizada e inclusiva. Vivenciar os espaços, construir com quem vive, aprender e ensinar com a dinâmica da cidade.

Atuamos desde 2018 como um coletivo de urbanistas que acredita na importância dos espaços públicos, não apenas como áreas de lazer e descanso, mas também no seu potencial pedagógico e de incentivar o olhar crítico. Nosso objetivo é tornar as discussões da cidade acessíveis a quem mais interessa: os cidadãos, a fim de construir espaços de diálogos mais participativos para a construção de uma cidade mais democrática, humana, participativa e inclusiva.




Bibiana Tini
é a hiperativa do grupo, quem traz milhares de assuntos para ampliar a discussão. Pode-se dizer que é o nosso lado direito do cérebro: a parte lúdica nos projetos e nas ideias, que pensa através das cores e desenhos, é responsável pelo setor criativo do coletivo. Urbanista e arquiteta pela Universidade São Judas Tadeu (2015), acredita em uma construção de cidade mais humana e democrática para todas as pessoas, em todas a idades, nos mais diversos territórios. O que a levou a se aproximar e aprender mais sobre a pauta da participação social, mobilidade urbana e infância através de cursos como o MOB.PI - Participação Infantil nas Políticas Públicas de Mobilidade Urbana (CECIP-RJ 2019) e Advocacy & Transformações Sociais (FGV-RI 2020), além disso, têm sua pesquisa na pós graduação lato sensu da Escola da Cidade com o tema da criança na cidade.



Bruna Sato geralmente dá o voto de minerva e está sempre equilibrando os opostos (complementares) de seus outros dois sócios, é a parte estratégica do coletivo. Urbanista e arquiteta, se interessou por urbanismo tático, tema que é especialista, durante suas experiências no intercâmbio na University of the Arts em Londres, e um estágio de verão com o coletivo francês EXYZT conhecido pelos seus projetos de ressignificação de espaços públicos de cidades da Europa. Formada pela Universidade de São Paulo, focou sua formação acadêmica e profissional em projetos e pesquisas relacionadas a assentamentos precários, como projetos de habitação de interesse social e urbanização de favelas, trabalhou com diversas comunidades, ao lado de suas lideranças comunitárias e moradores, buscando desenvolver, em conjunto, o senso crítico, de liderança, auto estima e capacidade de transformação do espaço.



Douglas Farias é amigo dos números e das planilhas, é a parte importante em trazer os questionamentos práticos e racionais, é responsável por fazer análises de dados que só ele é capaz. É o nosso lado esquerdo do cérebro. Urbanista e arquiteto com experiência em temas relacionados à cidades mais humanas, mobilidade ativa e urbanismo tático. Passou a interessar-se pelos temas e apaixonar-se pelas possibilidades de ocupação dos espaços públicos depois de ingressar na faculdade e passar a cruzar a cidade diariamente no seu trajeto, interesse que aumentou ainda mais depois de colaborar com a SP Urbanismo. Formado pela FAUUSP (2016), com intercâmbio na ETSAM em Madrid e passagem pelo programa de dupla formação FAU-POLI. Atualmente pesquisa e estuda ciência de dados e programação e as suas possibilidades de aplicação nos estudos das cidades e desenho urbano.
Mark